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Através dessas lições, temos mencionado que o Credo Apostólico começou como um breve resumo das crenças que os primeiros cristãos confessavam quando eram batizados. Nesse contexto, é fácil imaginar que a parte mais emocional de sua confissão, para muitos, seriam os artigos do Credo que expressavam sua fé em sua salvação pessoal.
E, isso não é verdade para nós também? Nós amamos a nosso grande Deus – Pai, Filho e Espírito Santo. E valorizamos a igreja que Ele edificou. Mas nosso grande gozo são as boas novas de que a salvação é para nós. Regozijamo-nos na segurança de que Deus nos ama, tanto agora como no mundo vindouro.
Esta é a sexta lição em nossa série do Credo Apostólico. Temo-la intitulado “Salvação”. Nessa lição observaremos os artigos de fé no Credo Apostólico que afirmam a crença nas boas novas de perdão e de vida eterna.
Na Escritura, a palavra “salvação” é usada de diversas maneiras, indicando que há muitas facetas para nossa salvação em Cristo. Quando os cristãos modernos usam a palavra “salvação” geralmente temos em mente a recepção das bênçãos que Cristo comprou por sua morte expiatória, começando com ser nascido de novo e reconciliado com Deus, continuando através da vida no processo da santificação e culminando com nossa glorificação final nos novos céus e nova terra. O Credo Apostólico fala do aspecto da salvação com estas palavras:
Creio...
Na vida eterna.
Essas três idéias – perdão, ressurreição e vida eterna – não esgotam a descrição bíblica de nossa salvação. Mas são declarações primárias no Credo Apostólico do que Deus faz quando salva crentes individualmente.
Nossa discussão da salvação no Credo Apostólico mencionará cada uma destas dimensões de nossa salvação. Primeiro, falaremos acerca da remissão dos pecados. Segundo, exploraremos a doutrina da ressurreição do corpo. E terceiro, consideraremos a natureza da vida eterna. Vamos começar com a questão familiar do perdão dos pecados.
Para entender o que o Credo Apostólico quer dizer com remissão, mencionaremos três coisas relacionadas: primeiro, o problema do pecado que torna a remissão necessária; segundo, a graça divina que torna o perdão possível; e terceiro, nossa responsabilidade individual, as coisas que precisamos fazer para receber o perdão. Observaremos primeiramente o problema do pecado.
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